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27 de junho de 2012

Como ser invisível

Não costumo repassar mensagens que recebo por e-mail, mas essa vale
muito a pena ser compartilhada:
'Fingi ser gari por 1 mês e vivi como um ser invisível'


O psicólogo varreu as ruas da USP para concluir sua tese de mestrado da 'invisibilidade pública'. Ele comprovou que, em geral, as pessoas

enxergam apenas a função social do outro. Quem não está bem posicionado sob esse critério, vira mera sombra social.

Plínio Delphino, Diário de São Paulo.

O psicólogo social Fernando Braga da Costa vestiu uniforme e trabalhou um mês como gari, varrendo ruas da Universidade de São Paulo.
Ali,constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são 'seres invisíveis, sem nome'.

Em sua tese de mestrado, pela USP, conseguiu comprovar a existência da 'invisibilidade pública', ou seja, uma percepção humana totalmente prejudicada e condicionada à divisão social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa. Braga trabalhava apenas meio período como gari, não recebia o salário de R$ 400 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a maior lição

de sua vida:

'Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari, pode
significar um sopro de vida, um sinal da própria existência', explica o
pesquisador.

O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não como um ser humano.

'Professores que me abraçavam nos corredores da USP passavam por mim, não me reconheciam por causa do uniforme. Às vezes, esbarravam no meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me ignorando, como se tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão', diz.

No primeiro dia de trabalho paramos pro café. Eles colocaram uma garrafa térmica sobre uma plataforma de concreto. Só que não tinha caneca. Havia um clima estranho no ar, eu era um sujeito vindo de outra classe, varrendo rua com eles. Os garis mal conversavam comigo, alguns se aproximavam para ensinar o serviço.

Um deles foi até o latão de lixo pegou duas latinhas de refrigerante cortou as latinhas pela metade e serviu o café ali, na latinha suja e grudenta. E como a gente estava num grupo grande, esperei que eles se servissem primeiro.

Eu nunca apreciei o sabor do café. Mas, intuitivamente, senti que deveria tomá-lo, e claro, não livre de sensações ruins. Afinal, o cara tirou as latinhas de refrigerante de dentro de uma lixeira, que tem sujeira, tem formiga, tem barata, tem de tudo. No momento em que empunhei a caneca improvisada, parece que todo mundo parou para assistir à cena, como se perguntasse:

'E aí, o jovem rico vai se sujeitar a beber nessa caneca?' E eu bebi.
Imediatamente a ansiedade parece que evaporou. Eles passaram a conversar comigo, a contar piada, brincar.

O que você sentiu na pele, trabalhando como gari?
Uma vez, um dos garis me convidou pra almoçar no bandejão central.

Aí eu entrei no Instituto de Psicologia para pegar dinheiro, passei pelo

andar térreo, subi escada, passei pelo segundo andar, passei na biblioteca, desci a escada, passei em frente ao centro acadêmico, passei em frente a lanchonete, tinha muita gente conhecida. Eu fiz todo esse trajeto e ninguém em absoluto me viu.

Eu tive uma sensação muito ruim. O meu corpo tremia como se eu não o dominasse, uma angustia, e a tampa da cabeça era como se ardesse, como se eu tivesse sido sugado. Fui almoçar, não senti o gosto da comida e voltei para o trabalho atordoado.

E depois de um mês trabalhando como gari? Isso mudou?
Fui me habituando a isso, assim como eles vão se habituando também a situações pouco saudáveis. Então, quando eu via um professor se aproximando - professor meu - até parava de varrer, porque ele ia passar por mim, podia trocar uma idéia, mas o pessoal passava como se tivesse passando por um poste, uma árvore, um orelhão.
E quando você volta para casa, para seu mundo real?
Eu choro. É muito triste, porque, a partir do instante em que você está
inserido nessa condição psicossocial, não se esquece jamais.
Acredito que essa experiência me deixou curado da minha doença burguesa.
Esses homens hoje são meus amigos. Conheço a família deles, freqüento a casa deles nas periferias. Mudei. Nunca deixo de cumprimentar um trabalhador.
Faço questão de o trabalhador saber que eu sei que ele existe.

Eles são tratados pior do que um animal doméstico, que sempre é chamado pelo

nome. São tratados como se fossem uma 'COISA'.

*Ser IGNORADO é uma das piores sensações que existem na vida!

Respeito: passe adiante!

Vi no blog Ideias no Forno

26 de junho de 2012

O Amor

Quando te perguntarem o que é o AMOR, não fique se enrolando tentado explicar com exemplos, ou dizendo que é um sentimento.. ENTENDA: Amor é ATITUDE.

O Ser Humano não foi feito para dizer EU TE AMO, ele foi feito para AMAR. Se você entende que Deus é amor, entenda que Deus é o verbo e o verbo é AÇÃO.

AME ao seu irmão fazendo acontecer e não somente no coração, pois nunca lhe disseram, desde a antiguidade? Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá? Jeremias 17:9

AME SEM PALAVRAS
AME COM ATITUDES

Meus filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas por obra e em verdade.
1 João 3:18

Ótiima Semana a Todos! <3'

DEUS NOS ABENÇOE!

Vi no blog da Girlzfaith

13 de junho de 2012

Sal sem gosto, lâmpada queimada

Um alerta para toda IGREJA!



"A água da fonte parece brotar
Dos olhos de um povo, intenso chorar
Que segue seu rumo por todo o lugar
Ela vem de longe e não vai parar
Seguindo o seu leito, às águas do mar (ôôô)
Não tendo final

A água da fonte parece mostrar
Os erros de um povo em não aceitar
Alguém que é Senhor, soberano e conduz
O amor e a vida, o sol e a luz
A fonte suprema que venceu a cruz (ôôô)
O Filho de Deus

Vós sois o sal da terra
E a luz deste mundo
Mas se não a gosto
E as trevas te impedem
Como vais alcançar o reino de Deus
Se a correnteza anda para outro lugar
Vem beber da fonte
Das águas do mar (ôôô)
Da palavra de Deus
Não tendo final
Da palavra de Deus"

(Catedral - Fonte)


E o que você tem sido? Um sal sem gosto? Uma lâmpada queimada dominada pelas trevas?

Publicada anteriormente em Destruíndo a Mentira.