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5 de julho de 2011

DEUS usa os sujeitos comuns como eu e você para salvar vidas!

Primeiramente bom dia galera, quero hoje perguntar a vocês se vocês já ouviram falar de Nicholas Winton, talvez você esteja pensando que não, mais talvez vagarosamente você já ouviu esse nome.

Nicholas Winton, britânico nascido em 19 de maio de 1909 ajudou a salvar 669 crianças da antiga Checoslováquia, na época do nazismo. Apesar dessa ação de bondade, ele nunca viu essa ação dele como extraordinária, fez o que tinha de ser feito e preferiu guardar segredo.

A mulher de Nicholas só descobriu quando foi arrumar o sótão da casa e encontrou um álbum velho com fotos de crianças, telegramas, cartas e uma lista.

No ano de 1938, Nicholas teve seu plano de férias de fim de ano com seu amigo, Martin Blake, cancelado. Este mesmo amigo sugeriu uma outra opção: que eles viajassem até a Checoslováquia, pois queria lhe mostrar algo. Winton se interessou pela proposta do amigo e partiram para lá.

Ao pisar na Checoslováquia, Winton sentiu o clima de horror e medo, compreendeu o que o amigo tanto lhe queria mostrar. O país estava sob o domínio da Alemanha nazista. Milhares de pessoas assustadas e perseguidas com um futuro nada promissor, podendo a qualquer momento ser mandadas para campos de extermínio.

Muitos sentiriam pena, achariam essa situação injusta, ficariam indignados, entretanto, apenas observariam a tragédia acontecer. Nicholas Winton, não. Sabia que poderia fazer algo por essas pessoas. Teve a ideia de mandar as crianças das famílias perseguidas para outros países. Apenas uma ideia, porém, não resolveria a situação. Winton precisaria ter muita disposição e colocar a mão na massa para realizar esse objetivo.

Nicholas pesquisou e coletou dados das crianças que precisavam de ajuda e escreveu cartas para vários países. Foi um trabalho árduo e burocrático, mas nada o fazia desanimar. Persistente, atendeu as exigências impostas pelas autoridades. Com a ajuda de organizações cristãs e beneficentes, foi possível conseguir recursos para o transporte dos pequenos refugiados e arrumar famílias interessadas em adotá-los.

Nos primeiros 9 meses de 1939, Winton planejou o transporte e o resgate de 669 crianças – judias, em sua maioria – da Checoslováquia para Inglaterra.

“Tive a ideia certa de resgatar as crianças quando todo mundo achava que nem valeria a pena tentar’”

O número de pessoas salvas poderia ser maior, pois um grupo de aproximadamente 250 crianças não pode seguir para Inglaterra devido ao bloqueio de todos os meios de transportes com o início da guerra. Essas crianças que não conseguiram embarcar infelizmente foram mortas em campos de extermínio.

“Sempre penso nelas, porque poucas horas fizeram a diferença entre iniciar uma vida nova ou ser morta. Não se ouviu falar daquelas crianças.”

Muitas dessas crianças salvas por Winton se tornaram pessoas generosas, oferecendo suas habilidades para o mundo e com as mais diversas profissões: professores, escritoras, enfermeiros, jornalistas, cineastas, biólogos…

Winton preferiu não contar pros outros sobre o que tinha feito. As crianças cresceram sem notícias de quem havia contribuído para o bem delas.

Muitos o consideravam um herói, mas ele não:

“Não me vejo como um herói. Para ser herói, alguém precisa fazer algo de perigoso. Não fiz. O que fiz foi algo que os outros achavam impossível. Mas eu tinha de tentar, para ver se era possível ou não.”

“Não é um ato heróico. Meu lema é: se algo não é obviamente impossível, então deve haver uma maneira de fazer.”

A história de Winton ficou guardada em segredo por quase meio século.

Estátua em sua homenagem (estação em Praga)

Quando comecei pesquisar a historia do Sr. Nicholas Winton a cada hora que eu lia me dava vontade de chorar. Fiquei pensando como o mundo hoje necessita de pessoas como o Sr. Nicholas, pessoas que não tem medo de salvar vidas e pessoas que gostam de salvar vidas.

Há tantas crianças no mundo das drogas, tantos mendigos dormindo nas ruas... E quantos de nos já salvou pelo menos uma vida? (com um abraço, com uma mensagem de esperança).

Acredite fazer o bem ao próximo é a coisa mais bonita que existe.

Ore assim comigo: Soberano DEUS e eterno Pai sei que não sou nada, mais sei que o SENHOR me chamou para mudar a vida de alguém. Apesar da minha mediocridade eu pertenço a Ti, meu Papai. SENHOR ajuda-me a espalhar sua graça e Seu amor sobre os outros para que eles possam entender o Seu grande e doce amor. Pai através de mim mostre as pessoas que o SENHOR usa uma vida ordinária para trazer bênçãos ao mundo. Em nome de JESUS, amém!!!

Daniii Oliveira



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